Escolha pela cultura
Se você já sabe que planta soja ou café, comece pela página da cultura e veja janelas, pragas e drones recomendados.
Plantio, pulverização, dessecação e colheita por cultura e região do Brasil. Base agronômica pra planejar a operação aérea antes da compra do drone.
Brasil agrícola
Clique num estado pra ver o perfil climático, culturas dominantes e janela local de plantio e colheita.
Norte
Fronteira agrícola em avanço. Soja e grãos no sul do PA, RO, TO.
Nordeste
MATOPIBA (MA, PI, TO, oeste BA) + fruticultura irrigada e cana.
Centro-Oeste
Soja, milho safrinha, algodão e cana em escala. Foco da operação aérea.
Sudeste
Cana (SP), café (MG e ES), citros e hortifruti. Alta tecnificação.
Sul
Soja, trigo, milho, arroz irrigado (RS), aves e suínos integrados.
Ano agrícola
Vista macro do calendário brasileiro. Cada barra marca quando começa e termina a janela de cada tipo de operação ao longo dos 12 meses.
A janela exata muda por cultura, região e safra. Entre nas páginas da cultura e da região pra ver o calendário específico.
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Resultado
47 cruzamentos
Algodão
em Mato Grosso
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Algodão
em Bahia
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Algodão
em Mato Grosso do Sul
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Algodão
em Goiás
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Algodão
em Minas Gerais
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Café
em Minas Gerais
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Café
em Espírito Santo
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Café
em São Paulo
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Café
em Paraná
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Café
em Bahia
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Café
em Rondônia
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Cana-de-açúcar
em São Paulo
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Cana-de-açúcar
em Goiás
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Cana-de-açúcar
em Minas Gerais
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Cana-de-açúcar
em Mato Grosso
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Cana-de-açúcar
em Mato Grosso do Sul
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Cana-de-açúcar
em Paraná
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Cana-de-açúcar
em Alagoas
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Cana-de-açúcar
em Pernambuco
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Milho
em Mato Grosso
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Milho
em Paraná
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Milho
em Goiás
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Milho
em Mato Grosso do Sul
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Milho
em São Paulo
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Milho
em Minas Gerais
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Milho
em Rio Grande do Sul
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Soja
em Mato Grosso
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Soja
em Paraná
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Soja
em Rio Grande do Sul
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Soja
em Goiás
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Soja
em Mato Grosso do Sul
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Soja
em Bahia
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Soja
em Maranhão
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Soja
em Piauí
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Soja
em Tocantins
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Arroz
em Rio Grande do Sul
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Arroz
em Santa Catarina
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Arroz
em Tocantins
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Feijão
em Paraná
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Feijão
em Minas Gerais
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Feijão
em Goiás
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Feijão
em Bahia
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Feijão
em São Paulo
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Sorgo
em Goiás
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Sorgo
em Mato Grosso
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Sorgo
em Minas Gerais
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Sorgo
em Bahia
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Culturas
Janelas de plantio, aplicação e colheita. Pragas principais. Drones compatíveis conforme escala de operação. Fontes agronômicas citadas.
Fibra
Gossypium hirsutum
Cultura de fibra com produção concentrada no Centro-Oeste e oeste da Bahia. MT lidera a produção nacional. Ciclo longo (160-180 dias) exige múltiplas aplicações e colhedoras de grande porte.
Cultura perene
Coffea arabica / Coffea canephora
Cultura perene que coloca o Brasil como maior produtor e exportador mundial. MG lidera em arábica, ES em conilon. Topografia e dossel altos favorecem aplicação aérea com drone.
Cultura perene
Saccharum officinarum
Cultura perene de maior volume do agronegócio brasileiro. SP concentra a maior produção nacional. Drone agrícola tem forte aplicação em maturadores, fungicidas e inspeção de canaviais.
Grãos
Zea mays
Segunda maior cultura de grãos do Brasil, com destaque para a safrinha plantada após a soja. Alta demanda de operação aérea em aplicações de fungicida e controle de cigarrinha.
Grãos
Glycine max
Principal cultura de grãos do Brasil. Ciclo de safra de verão no Centro-Sul, com plantio de outubro a dezembro e colheita de janeiro a abril. Alta demanda de pulverização aérea ao longo do ciclo reprodutivo.
Grãos
Oryza sativa
Cultura de grãos com duas realidades no Brasil: arroz irrigado (RS como maior produtor nacional, em várzea) e arroz de sequeiro (TO, MA e PA). Drone agrícola cresce em aplicações sobre lavouras alagadas.
Grãos
Phaseolus vulgaris
Cultura de ciclo curto (85-100 dias) com três safras por ano no Brasil: das águas, da seca e irrigada de inverno. Produtividade alta exige pulverização intensa e dessecação pré-colheita uniforme.
Grãos
Sorghum bicolor
Cultura rústica tolerante à seca, usada como 2ª safra (sorgo granífero), silagem e forragem. Alternativa ao milho safrinha em regiões com risco climático maior, como GO, MT e oeste da BA.
Regiões
Perfil climático, culturas dominantes, pico de colheita. Janela da região adapta o calendário da cultura ao contexto local.
Estado
ACNorte
Economia rural baseada em extrativismo, pecuária e agricultura familiar. Produção de grãos modesta. Potencial crescente pra fruticultura tropical e sistemas integrados.
Clima Equatorial úmido, com duas estações definidas
Estado
ALNordeste
Forte produção de cana-de-açúcar no litoral e zona da mata. Agricultura familiar no agreste e sertão, com milho, feijão, mandioca e bovinocultura leiteira.
Clima Tropical úmido no litoral, semiárido no sertão
Estado
APNorte
Agricultura modesta, fronteira em avanço recente. Produção rural baseada em mandioca, açaí e pecuária. Expansão de soja em pequenas áreas do cerrado amapaense.
Clima Equatorial úmido com forte estação chuvosa
Estado
AMNorte
Agricultura ribeirinha e de várzea, com produção de guaraná, cacau, frutas tropicais e mandioca. Grãos em pequena escala. Extrativismo e agricultura familiar predominantes.
Clima Equatorial úmido, sem estação seca definida no norte
Estado
BANordeste
Diversidade agrícola ampla. Oeste da Bahia (Luís Eduardo Magalhães, Barreiras) é polo MATOPIBA com soja e algodão em larga escala. Café conilon, cacau, fruticultura e cana em outras regiões.
Clima Semiárido no interior, tropical úmido no litoral, cerrado no oeste
Estado
CENordeste
Agricultura diversificada com forte base familiar. Caju, mandioca, castanha, fruticultura irrigada no Baixo Jaguaribe, flores e produção pecuária. Janela chuvosa curta e irregular.
Clima Semiárido com forte irregularidade de chuvas
Estado
DFCentro-Oeste
Agricultura de cerrado altamente tecnificada próxima à capital. Produção concentrada em soja, milho, café, hortifruti e sementes de alto valor agregado.
Clima Tropical de cerrado, estação seca definida
Estado
ESSudeste
Maior produtor de café conilon do Brasil, com forte presença no norte do estado. Mamão, cacau no sul, fruticultura irrigada e flores. Agricultura diversificada em pequenas e médias propriedades.
Clima Tropical úmido no litoral, tropical de altitude nas montanhas
Estado
GOCentro-Oeste
Grande polo de grãos e cana-de-açúcar do Centro-Oeste. Produção robusta de soja, milho (incluindo safrinha), algodão, sorgo e pecuária. Tradição em operação aérea com drone.
Clima Tropical de cerrado, estação seca bem definida
Estado
MANordeste
Parte do MATOPIBA, com produção crescente de soja, milho e algodão nas áreas de cerrado do sul do estado. Arroz, mandioca e agricultura familiar relevantes no norte litorâneo.
Clima Tropical com transição entre equatorial úmido (norte) e cerrado (sul)
Estado
MTCentro-Oeste
Maior estado produtor de soja e de algodão do Brasil, com padrão operacional de grandes talhões, topografia plana e alta adesão a drones agrícolas em pulverização e dessecação.
Clima Tropical, estação seca bem definida de maio a setembro
Estado
MSCentro-Oeste
Soja, milho safrinha, cana-de-açúcar e pecuária forte. Topografia mista entre cerrado e Pantanal, com produção concentrada na região de Dourados, Maracaju e Chapadão do Sul.
Clima Tropical de cerrado no norte, subtropical úmido no sul
Estado
MGSudeste
Maior produtor de café do Brasil (Cerrado Mineiro, Sul de Minas, Matas de Minas) e forte produção de milho, feijão, cana, laticínios. Diversidade topográfica e climática ampla.
Clima Tropical com estação seca no inverno (maior parte), subtropical no sul
Estado
PANorte
Maior estado do Norte em produção agrícola. Pecuária extensiva, soja avançando pelo sudeste do estado, açaí, cacau, pimenta e dendê como culturas relevantes.
Clima Equatorial úmido, com variação entre amazônico e cerrado no sul
Estado
PBNordeste
Agricultura familiar diversificada, com produção de abacaxi (Sapé), cana no litoral, milho e feijão no agreste, bovinocultura leiteira e culturas de subsistência no sertão.
Clima Semiárido no interior, tropical úmido no litoral
Estado
PRSul
Um dos maiores produtores de soja, milho, trigo e feijão do Brasil. Matriz agroindustrial forte em frango e suínos. Cafeicultura tradicional no norte do estado. Tecnologia de ponta em toda cadeia.
Clima Subtropical, com inverno seco no norte e mais rigoroso no sul
Estado
PENordeste
Polo de fruticultura irrigada do Vale do São Francisco (Petrolina), com uva, manga, goiaba e acerola. Cana no litoral, agricultura familiar no agreste, produção pecuária no sertão.
Clima Semiárido no interior, tropical úmido no litoral
Estado
PINordeste
Integrante do MATOPIBA, com expansão de soja e milho no cerrado do sudoeste do estado (Uruçuí, Bom Jesus). Arroz, feijão e caju como culturas tradicionais.
Clima Semiárido no norte, tropical de cerrado no sul
Estado
RJSudeste
Agricultura de menor escala frente ao porte do estado. Cana-de-açúcar no norte fluminense (Campos), hortifruti na Região Serrana, cafeicultura no sul do estado, agricultura familiar.
Clima Tropical úmido com variação por altitude
Estado
RNNordeste
Fruticultura irrigada no agropolo Açu-Mossoró (melão, manga, melancia), caju no agreste, produção de sal e pequenas lavouras de subsistência no sertão.
Clima Semiárido no interior, tropical úmido na costa
Estado
RSSul
Maior produtor de arroz irrigado e de trigo do Brasil. Soja forte no Planalto, vinhedos na Serra Gaúcha, pecuária extensiva no Pampa. Janela de safra mais tardia que o resto do país.
Clima Subtropical úmido, com 4 estações bem definidas
Estado
RONorte
Expansão de grãos (soja, milho) em áreas de cerrado e transição, além de pecuária forte e café conilon. Produção crescente com adesão à mecanização e tecnologia de aplicação.
Clima Tropical úmido, com estação seca curta no sul do estado
Estado
RRNorte
Fronteira agrícola recente com produção crescente de soja e arroz irrigado em lavras do leste do estado. Janela climática invertida em relação ao Centro-Sul.
Clima Equatorial com forte estacionalidade de chuva
Estado
SCSul
Matriz agropecuária integrada com forte presença de suínos e aves (maior produtor nacional de ambos). Produção relevante de milho, soja, arroz, maçã (São Joaquim) e fumo.
Clima Subtropical úmido com verões amenos e invernos frios
Estado
SPSudeste
Maior produtor de cana-de-açúcar e de laranja do Brasil. Produção intensa e diversificada: café, milho, soja, hortifruti, amendoim e pecuária. Tecnologia de aplicação altamente difundida.
Clima Tropical com estação seca no inverno, subtropical no sul do estado
Estado
SENordeste
Cana-de-açúcar e coco no litoral, citricultura nos tabuleiros costeiros, agricultura familiar no sertão. Produção diversificada em estado de menor extensão territorial.
Clima Tropical úmido no litoral, semiárido no sertão
Estado
TONorte
Parte do MATOPIBA, fronteira agrícola do Brasil. Soja em forte expansão em áreas de cerrado, com adesão crescente a drone agrícola pra pulverização e dessecação.
Clima Tropical com estação seca de maio a setembro
Operações
Pulverização, dessecação, plantio, colheita. Como cada operação se comporta com drone aéreo e o que define qualidade da aplicação.
Colheita
A colheita em si é mecânica terrestre, mas o drone agrícola tem papel crítico nas semanas que antecedem: desfolhante pré-colheita em algodão, maturador em cana, inspeção de talhão e mapeamento de uniformidade.
Dessecação
Aplicação de herbicida pra eliminar cobertura vegetal antes do plantio ou acelerar maturação pré-colheita. Uma das operações aéreas mais críticas em janela de poucos dias.
Monitoramento
Voo de inspeção, mapeamento NDVI e sensoriamento multiespectral com drone. Base de decisão pra aplicação localizada, manejo de variabilidade e diagnóstico de talhão.
Plantio
Dispersão de sementes via drone agrícola. Crescente em cobertura verde, semeadura de braquiária, aveia preta e arroz em áreas alagadas, sobressemeadura em canavial.
Pulverização
Aplicação de defensivos líquidos (herbicidas, inseticidas, fungicidas) com drone agrícola. Principal operação aérea em soja, milho, algodão, café e cana no Brasil.
Como usar
Se você já sabe que planta soja ou café, comece pela página da cultura e veja janelas, pragas e drones recomendados.
Se opera numa UF específica, a página da região mostra as culturas dominantes e o perfil climático local.
Na página de cruzamento (cultura × região), janelas adaptadas ao padrão climático e drones sob medida pro cenário.
Rigor editorial
As janelas publicadas aqui seguem Embrapa, MAPA e CONAB. Cada página cita a fonte. Safra, microclima e cultivar movem as datas exatas, por isso o calendário é ponto de partida pra planejar a operação, nunca substituto da sua cooperativa, do seu agrônomo e do histórico da propriedade.
Viu alguma informação desatualizada? Avisa no WhatsApp e a gente corrige.
Próximo passo
A janela é só a parte agronômica da conta. Drone certo pra sua área, cultura e região fecha o plano. Fala pelo WhatsApp com contexto: área, cultura e cenário de operação.